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	<title>Mercantes Soluções</title>
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	<description>Uma empresa do Grupo Mercantes</description>
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		<title>Porque os brasileiros vão parar de usar a internet por fibra ótica?</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/brasileiros-vao-parar-de-usar-internet-por-fibra-otica</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 23:43:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No cenário atual, a internet se consolidou como uma necessidade básica, essencial para atividades que vão desde o trabalho remoto até o entretenimento digital. O Brasil, com sua vasta população conectada, é um dos países que mais utiliza a internet no mundo. O desenvolvimento tecnológico e a crescente demanda por conectividade têm impulsionado inovações constantes na infraestrutura digital do país, refletindo em melhorias significativas na qualidade de vida e na economia nacional.<br />
No entanto, uma transformação significativa está em andamento na ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No cenário atual, a internet se consolidou como uma necessidade básica, essencial para atividades que vão desde o trabalho remoto até o entretenimento digital. O <strong style="user-select: text;">Brasil</strong>, com sua vasta população conectada, é um dos países que mais utiliza a internet no mundo. O desenvolvimento tecnológico e a crescente demanda por conectividade têm impulsionado inovações constantes na infraestrutura digital do país, refletindo em melhorias significativas na qualidade de vida e na economia nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, uma transformação significativa está em andamento na forma como a conexão chega aos lares brasileiros. Tradicionalmente, a internet por fibra ótica era vista como a tecnologia mais avançada disponível. Contudo, uma nova tecnologia está emergindo e promete mudar esse panorama: a internet via satélite de baixa órbita. Empresas como a <strong style="user-select: text;">Starlink</strong>, da <strong style="user-select: text;">SpaceX</strong>, estão liderando essa mudança, oferecendo uma alternativa viável e inovadora para a conectividade digital. Esse avanço não apenas amplia a cobertura, mas também contribui para a inclusão digital, um passo crucial para reduzir as desigualdades sociais no acesso à informação.</p>
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<h2 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Como funciona a internet via satélite de baixa órbita?</h2>
<p style="text-align: justify;">A internet via satélite de baixa órbita opera por meio de uma rede de satélites posicionados mais próximos da <strong style="user-select: text;">Terra</strong> em comparação com os satélites tradicionais. Essa proximidade, que reduz significativamente o tempo que os dados levam para viajar, permite que a tecnologia ofereça <strong style="user-select: text;">altas velocidades</strong> e <strong style="user-select: text;">baixa latência</strong>, essenciais para uma experiência online satisfatória, especialmente em aplicações que exigem respostas rápidas, como videoconferências e jogos online.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário das redes terrestres, que dependem de cabos e infraestrutura física, essa tecnologia oferece cobertura em áreas onde a instalação de fibra ótica é inviável. Além disso, o uso de satélites de baixa órbita permite uma maior resiliência a desastres naturais que podem danificar infraestrutura terrestre, garantindo uma conexão mais estável e confiável em situações de emergência. Esse sistema inovador está contribuindo para uma mudança radical em regiões tradicionalmente subatendidas, permitindo que mais brasileiros acessem oportunidades econômicas e educacionais por meio da internet.</p>
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<h2 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Por que a internet via satélite é importante para áreas rurais?</h2>
<p style="text-align: justify;">O avanço da Starlink no Brasil tem sido particularmente notável em regiões rurais e remotas. Nessas áreas, a instalação de cabos de fibra ótica é muitas vezes economicamente inviável ou tecnicamente desafiadora. A internet via satélite surge como a única solução prática para garantir acesso à internet, oferecendo uma alternativa que não depende de infraestrutura terrestre complexa. Além disso, em locais onde a geografia desafiadora limita o desenvolvimento de redes tradicionais, os satélites de baixa órbita têm o potencial de transformar o cenário de conectividade, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento econômico nessas comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Impactos positivos já estão sendo observados em diversas iniciativas comunitárias e empresariais que dependem de uma conexão estável para operar. A agricultura, por exemplo, beneficia-se do acesso a ferramentas de gerenciamento e monitoramento online, otimizando a produção e a eficiência econômica. Essa conectividade também permite que estudantes em áreas rurais participem de programas de ensino a distância, acesso que é crucial para garantir igualdade de oportunidades educacionais em todo o país.</p>
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<h2 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Quais são as vantagens da internet via satélite?</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das principais vantagens da internet via satélite é sua <strong style="user-select: text;">abrangência</strong>. Enquanto a fibra ótica enfrenta limitações geográficas, o sinal de satélite pode cobrir vastas áreas, conectando locais antes isolados. Essa capacidade é especialmente relevante em países com grande extensão territorial como o Brasil, onde a diversidade geográfica representa um desafio significativo para a infraestrutura tradicional. A tecnologia de satélites de baixa órbita supera essas barreiras, proporcionando acesso igualitário a uma vasta gama de serviços online.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o modelo de instalação autônoma da Starlink reduz a necessidade de técnicos especializados, tornando o processo mais acessível para os usuários finais. Essa facilidade de instalação permite um tempo de implementação mais curto, garantindo que mais pessoas possam se beneficiar rapidamente da nova tecnologia. Os usuários também relatam uma experiência de preenchimento imediato da necessidade de conexão, sem os atrasos típicos das alternativas tradicionais, o que reforça a importância estratégica dos satélites na modernização digital do Brasil.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="user-select: text;">Cobertura em áreas remotas</li>
<li style="user-select: text;">Instalação simplificada</li>
<li style="user-select: text;">Alta velocidade e baixa latência</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading" style="text-align: justify;">Seria esse o futuro da conectividade no Brasil?</h2>
<p style="text-align: justify;">Com o aumento da demanda e a evolução contínua da tecnologia, espera-se que os custos da internet via satélite diminuam, tornando-a uma opção cada vez mais competitiva. Essa expectativa está ligada ao modelo de negócios em escala que empresas como a Starlink estão adotando, que visa aumentar a eficiência e reduzir custos operacionais. Embora a fibra ótica ainda seja uma excelente escolha em centros urbanos, sua exclusividade está sendo desafiada. A perspectiva é que a democratização do acesso à internet via satélite também estimule a competitividade no mercado de telecomunicações do Brasil, resultando em serviços mais acessíveis e inovadores para os consumidores.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil está prestes a vivenciar uma reconfiguração completa na distribuição de internet, onde os cabos podem se tornar obsoletos. À medida que a tecnologia se aperfeiçoa, a infraestrutura do país avança na direção de oferecer conectividade universal, preparando-se para suportar futuras necessidades de banda larga maior e mais exigências tecnológicas. Em suma, a internet via satélite de baixa órbita representa uma mudança significativa na forma como a conectividade é oferecida, especialmente em áreas de difícil acesso. À medida que a tecnologia avança, ela promete democratizar o acesso à internet, levando conectividade a todos os cantos do país, promovendo inclusão digital e impulsionando o desenvolvimento econômico e social em escala nacional.</p>
</div>
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		<title>Vírus &#8216;ToxicPanda&#8217; se aproxima do Brasil e já ataca América Latina</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/virus-toxicpanda-se-aproxima-do-brasil-e-ja-ataca-america-latina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 23:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Toxicpanda]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.<br />
Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.</p>
<p>Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na América Latina em breve.</p>
<p>A pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>De acordo com Michele Roviello, Alessandro Strino e Federico Valentini, ao THN, o “principal objetivo do ToxicPanda é realizar transferências monetárias por meio de dispositivos comprometidos via ATO (account takeover, ‘conta roubada’) e uma técnica bem conhecida chamada ‘on-device fraud (ODF)”.</p>
<p>A ODF é uma tática cibercriminosa de realizar as transações fraudulentas por meio do próprio dispositivo infectado — o que dificulta a detecção por equipes de cibersegurança em bancos, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores ainda comentam que encontraram similares do ToxicPanda com outro malware Android conhecido: o TgToxic. Este último, também supostamente desenvolvido por chineses, tem a capacidade de roubar credenciais de carteiras cripto.</p>
<p>Mil e quinhentos dispositivos afetados pode parecer um número baixo — e, de fato, ainda é. Contudo, a pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.</p>
<p>Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na América Latina em breve.</p>
<p>A pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação</p>
<p>De acordo com Michele Roviello, Alessandro Strino e Federico Valentini, ao THN, o “principal objetivo do ToxicPanda é realizar transferências monetárias por meio de dispositivos comprometidos via ATO (account takeover, ‘conta roubada’) e uma técnica bem conhecida chamada ‘on-device fraud (ODF)”.</p>
<p>A ODF é uma tática cibercriminosa de realizar as transações fraudulentas por meio do próprio dispositivo infectado — o que dificulta a detecção por equipes de cibersegurança em bancos, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores ainda comentam que encontraram similares do ToxicPanda com outro malware Android conhecido: o TgToxic. Este último, também supostamente desenvolvido por chineses, tem a capacidade de roubar credenciais de carteiras cripto.</p>
<p>Mil e quinhentos dispositivos afetados pode parecer um número baixo — e, de fato, ainda é. Contudo, a pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>Como ele atua<br />O ToxicPanda simula a aparência de aplicativos como Google Chrome, Visa e outros. O modus operandi segue como qualquer malware do tipo: ele oferece páginas falsas dos apps em questão para enganar e roubar a vítima.</p>
<p>Ele também abusa dos serviços de acessibilidade do Android para ganhar permissões, manipular entradas de usuário, interceptar senhas OTP via SMS ou 2FA e realizar transações. No final das contas, os cibercriminosos têm controle completo sobre o que acontece no aparelho.</p>
<p>Os pesquisadores da Cleafy tiveram sucesso ao visualizar o painel de controle (C2) do ToxicPanda. Nele, é possível acompanhar gráficos de infecção, detalhes de modelos, localização etc.</p>
<p>A importância do antivírus<br />Além de passos básicos como “não baixe aplicativos fora da loja oficial do seu dispositivo”, é muito importante que você mantenha um app antivírus ativo.</p>
<p>Fonte tecmundo </p>
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		<item>
		<title>Samsung leva atualizações de segurança no Android a 350 modelos Galaxy</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/samsung-leva-atualizacoes-de-seguranca-no-android-a-350-modelos-galaxy</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 17:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa não é a primeira vez que a Samsung passa o Google e atualiza primeiro seus celulares, este cenário aconteceu em maio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa não é a primeira vez que a Samsung passa o Google e atualiza primeiro seus celulares, este cenário aconteceu em maio.</p>
<p style="text-align: justify;">A Samsung está atualizando ao menos 350 modelos diferentes de smartphones e tablets Galaxy, entregando o pacote de segurança de maio e junho para este ano. O movimento já é surpreendente pelo número de aparelhos com as proteções tão recentes, mas impressiona por chegarem antes mesmo do próprio Google enviar o este patch para seus aparelhos Pixel.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tem um detalhe extremamente importante dentro da bagunça que é a política de atualização de software para o Android, é o patch de segurança. É ele que garante uma vida mais confortável e tranquila para o dono do celular e a Samsung resolveu que junho chegou e com este mês o pacote de soluções de segurança já deveria estar dentro dos aparelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que aconteceu com a família do Galaxy S21, começando até mesmo na semana passada lá na Coreia do Sul e abrindo para outros países a partir desta segunda-feira (1). Usuários do Galaxy S21, S21+ e S21 Ultra dos Emirados Árabes Unidos começaram a receber uma atualização com o firmware G99xBXXU3AUE8. Ele é o responsável pelo pacote de segurança de junho, junto de outras melhorias de desempenho, estabilidade do sistema operacional e novidades menores.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o firmware F707BXXS3DUE1 começou a ser distribuído para o Galaxy Z Flip 5G vendido em alguns países da Europa e ele entrega o mesmo patch, com suas próprias melhorias em diversos pontos do aparelho. Além deste dobrável, os Galaxy S20, S20+ e S20 Ultra também passaram a fazer o download de um novo software com objetivos semelhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">O site <em>SamMobile</em> conseguiu encontrar indícios de que aproximadamente 350 smartphones e tablets Galaxy estão nesta lista de downloads liberados nos últimos 30 dias, ou sendo disponibilizados dentro das próximas semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso significa que muitas centenas de smartphones e tablets já estão protegidos com as soluções mais recentes em segurança, evitando muita dor de cabeça para seus donos.</p>
<h3 class="wp-block-heading"> </h3>
<h3 style="text-align: justify;">Atualização da Samsung chega primeiro que a do Google</h3>
<p style="text-align: justify;">Levando em conta este e algumas atualizações mais recentes dos últimos meses, a Samsung está em primeiro lugar quando são considerados todos os seus concorrentes disponíveis para o usuário. Isso inclui até mesmo o Google com seus aparelhos Pixel.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o pacote de atualizações de maio, a marca coreana já estava na frente do Google. Ela passou a disponibilizar o download do patch de segurança daquele mês alguns dias antes mesmo do gigante das buscas liberar para seus smartphones.</p>
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		<item>
		<title>WhatsApp pode permitir transferir conversas para um celular diferente</title>
		<link>https://mercantes.com.br/publicacoes/whatsapp-pode-permitir-transferir-conversas-para-um-numero-de-celular-diferente-em-breve</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 23:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[whatsapp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O WhatsApp está testando diversos novos recursos e em breve pode permitir que usuários transfiram o histórico de conversas para um número de telefone diferente, além de poder migrar do Android para o iPhone, como já foi apontado anteriormente.<br />
De acordo com um relatório do site WABetainfo, caso tenha um outro dispositivo vinculado a sua conta com um número diferente, é possível transferir todo o histórico de bate-papo na opção “Transferir para um número de telefone diferente”. O recurso também ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O WhatsApp está testando diversos novos recursos e em breve pode permitir que usuários transfiram o histórico de conversas para um número de telefone diferente, além de poder migrar do Android para o iPhone, como já foi apontado anteriormente.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com um relatório do site <em>WABetainfo</em>, caso tenha um outro dispositivo vinculado a sua conta com um número diferente, é possível transferir todo o histórico de bate-papo na opção “Transferir para um número de telefone diferente”. O recurso também vai ser capaz de migrar todas as mídias da plataforma.</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<h2 id="h-transferir-conversas-no-whatsapp" style="text-align: justify;">Transferir conversas no WhatsApp</h2>
<p style="text-align: justify;">O WhatsApp já permite a transferência de número de telefone, mas apenas para um mesmo aparelho e não entre smartphones diferentes. Atualmente, você pode alterar seu número somente após transferir seu histórico de bate-papo ao mudar para um novo telefone.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar disso, o recurso de transferir conversas não deve poder ser utilizado a qualquer momento, mas a limitação para essa mudança no WhatsApp não foi detalhada no relatório.</p>
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		<item>
		<title>100 milhões de usuários têm dados expostos na Internet por apps</title>
		<link>https://mercantes.com.br/publicacoes/100-milhoes-de-usuarios-tem-dados-expostos-na-internet-por-apps</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 22:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[exposição de dados dos usuários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aplicativos de transporte, horóscopo e criação de logos estão entre os apps que expõe dados dos usuários; entenda falha<br />
Cerca de 100 milhões de usuários de Android tiveram seus dados expostos por problemas nas configurações e integração do armazenamento de nuvem em apps. A descoberta foi feita pela empresa de cibersegurança CheckPoint Research (CPR) por meio da análise de 23 aplicativos populares da Google Play Store, que contam com milhões de downloads. Segundo a pesquisa, as principais informações comprometidas pela ...</p>
<p>O post <a href="https://mercantes.com.br/publicacoes/100-milhoes-de-usuarios-tem-dados-expostos-na-internet-por-apps">100 milhões de usuários têm dados expostos na Internet por apps</a> apareceu primeiro em <a href="https://mercantes.com.br">Mercantes Soluções</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle" style="text-align: justify;">Aplicativos de transporte, horóscopo e criação de logos estão entre os apps que expõe dados dos usuários; entenda falha</h2>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 100 milhões de usuários de Android tiveram seus dados expostos por problemas nas configurações e integração do armazenamento de nuvem em apps. A descoberta foi feita pela empresa de cibersegurança CheckPoint Research (CPR) por meio da análise de 23 aplicativos populares da Google Play Store, que contam com milhões de downloads. Segundo a pesquisa, as principais informações comprometidas pela falha são e-mails, números de telefone, mensagens, senhas, fotos e localização.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com os pesquisadores da CPR, os erros de configurações que levaram à exposição estão ligados às bases de dados em tempo real, ao armazenamento e ao gerenciamento de notificações de diversos desenvolvedores de apps. O uso incorreto desses serviços de nuvem teria impactado não apenas os usuários, mas também os desenvolvedores dos aplicativos. Recursos internos, como procedimentos de atualizações e armazenamento, também foram comprometidos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa indica que os desenvolvedores de 13 apps não usaram uma camada de proteção para impedir o acesso de terceiros às informações dos usuários. Por causa dessa falha, os pesquisadores conseguiram encontrar os dados com facilidade. Os especialistas afirmaram também que uma simples autenticação impediria o acesso não autorizado às informações de quem usa os serviços.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As bases de dados em tempo real são usadas para gerenciar e armazenar o tráfego de grandes quantidades de informações que mudam constantemente. O mecanismo é uma importante ferramenta para os desenvolvedores de apps, principalmente em softwares que precisam ter uma constante atualização das informações — como serviços de finanças e transporte, por exemplo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aplicativo de táxi T&#8217;Leva, com mais de 50 mil downloads, é um dos serviços vulneráveis revelados pela CPR. De acordo com o relatório divulgado, mensagens de bate-papo entre motoristas e passageiros, além de nomes, números de telefone e locais dos usuários, puderam ser acessados com uma solicitação a base de dados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro aplicativo que expõe os dados dos usuários é o Astro Guru, serviço de astrologia e horóscopo com cerca de 10 milhões de downloads. O Logo Maker, voltado para criação de logotipos, também integra a lista de apps que expõe dados dos usuários, e foi instalado 10 milhões de vezes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="87" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra falha encontrada pelos pesquisadores está ligada à exposição das chaves de encriptação das nuvens, ferramenta que funciona como proteção de dados. O app de gravação de tela Screen Recorder, com mais de 10 milhões de downloads, está entre os aplicativos que tiveram chaves de encriptação da nuvem comprometidas. Durante o levantamento, os pesquisadores conseguiram acesso às gravações armazenadas pelo app. Além dele, o iFax, aplicativo para enviar fax e receber mensagens, expõe qualquer documento enviado pelos usuários que usarem o serviço, que soma 500 mil instalações.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " style="text-align: justify;" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o relatório, diversos aplicativos incorporavam chaves para o reconhecimento da identidade dos desenvolvedores, sendo capazes de enviar notificações push aos usuários. Por isso, a pesquisa também alertou a capacidade de possíveis ataques de terceiros usando justamente as notificações dos apps.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Check Point Research afirmou ter entrado em contato com o Google e com os desenvolvedores dos aplicativos antes da divulgação do relatório. De acordo com a empresa de cibersegurança, apenas um dos apps teve sua configuração alterada até o momento.</p>
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<p>O post <a href="https://mercantes.com.br/publicacoes/100-milhoes-de-usuarios-tem-dados-expostos-na-internet-por-apps">100 milhões de usuários têm dados expostos na Internet por apps</a> apareceu primeiro em <a href="https://mercantes.com.br">Mercantes Soluções</a>.</p>
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		<title>Hacker leva US$ 200M em invasão à plataforma de criptomoedas</title>
		<link>https://mercantes.com.br/publicacoes/hacker-leva-us-200-milhoes-em-invasao-a-plataforma-de-criptomoedas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 23:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Criptomoeda Pancake Bunny]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Criptomoeda Pancake Bunny sofre ataque de hacker e seu preço cai mais de 90%; criminoso levou mais de US$ 200 milhões<br />
O preço do token Pancake Bunny (BUNNY), nativo da plataforma de mesmo nome de finanças descentralizadas (DeFi), perdeu mais de 90% de seu valor após um ataque de hacker. O criminoso invadiu o sistema da moeda digital hospedado no Binance Smart Chain (BSC) e roubou mais de US$ 200 milhões em ativos.<br />
“Nosso projeto sofreu um ataque de um ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="flipboard-subtitle olho" style="text-align: justify;">Criptomoeda Pancake Bunny sofre ataque de hacker e seu preço cai mais de 90%; criminoso levou mais de US$ 200 milhões</h2>
<p style="text-align: justify;">O preço do token Pancake Bunny (BUNNY), nativo da plataforma de mesmo nome de finanças descentralizadas (DeFi), perdeu mais de 90% de seu valor após um ataque de hacker. O criminoso invadiu o sistema da moeda digital hospedado no Binance Smart Chain (BSC) e roubou mais de US$ 200 milhões em ativos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nosso projeto sofreu um ataque de um agente externo no protocolo de empréstimos instantâneos”, tweetou a plataforma na noite de quarta-feira (19). De acordo com o relatório da Panckae Bunny sobre a invasão, o hacker se aproveitou de um exploit no sistema DeFi para levar milhões.</p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Ataque foi feito através de empréstimos instantâneos</h3>
<p style="text-align: justify;">A plataforma explicou como o ataque ocorreu. Primeiro, o invasor utilizou o Pancake Swap, outro serviço descentralizado da Binance Smart Chain que realiza transações entre criptomoedas, para realizar um empréstimo instantâneo gigantesco de Binance Coin. Depois, ele manipulou a relação de preço na troca de USDT por BNB e BUNNY por BNB.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele então se voltou à Pancake Bunny e adquiriu uma enorme quantidade de BUNNY através do protocolo de empréstimos instantâneos da plataforma. Por fim, seu plano foi liquidar por completo o montante milionário, causando uma desvalorização massiva que quase zerou o preço do token nativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o dinheiro tradicional adquirido com a venda em massa de BUNNY, o hacker voltou ao Pancake Swap e pagou por seu empréstimo de Binance Coin. Com isso, estima-se que ele tenha levado mais de US$ 200 milhões, considerando as cotações da hora do ataque.</p>
<h3></h3>
<h3 style="text-align: justify;">Hacker faz BUNNY cair para quase US$ 0</h3>
<p style="text-align: justify;">O hacker pegou no total 697 mil BUNNY e 114 mil BNB. Durante o ataque, o preço da Pancake Bunny subiu rapidamente de US$ 150 para US$ 240 na hora que o criminoso adquiriu seus tokens, e então despencou para quase US$ 0 depois da enorme liquidação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Pancake Bunny é um dos mais promissores projetos de finanças descentralizadas da Binance Smar Chain, braço da maior exchange de criptomoedas do mundo. Antes do ataque, o valor de mercado estimado do token era de US$ 1 bilhão.</p>
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		<title>Fundador do Telegram diz que os iPhones não podem competir com o Android</title>
		<link>https://mercantes.com.br/publicacoes/fundador-do-telegram-diz-que-os-iphones-nao-podem-competir-com-o-android</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 11:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Telegram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fundador do Telegram, o programador russo Pavel Durov, declarou nesta semana em seu canal público no aplicativo que desenvolver para o iOS é como “trabalhar na Idade Média”. Durov reforçou a crítica, acrescentando que os usuários de iPhone são “escravos digitais” da Apple.<br />
Para ele, a pior parte não é a “venda de hardware obsoleto e caro”, mas sim o fato dos usuários ficarem presos no ecossistema da Apple: “Você só tem permissão para usar aplicativos que a Apple ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O fundador do Telegram, o programador russo Pavel Durov, declarou nesta semana em seu canal público no aplicativo que desenvolver para o iOS é como “trabalhar na Idade Média”. Durov reforçou a crítica, acrescentando que os usuários de iPhone são “escravos digitais” da Apple.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a pior parte não é a “venda de hardware obsoleto e caro”, mas sim o fato dos usuários ficarem presos no ecossistema da Apple: “Você só tem permissão para usar aplicativos que a Apple permite instalar através de sua App Store e só pode usar o iCloud para fazer backup de seus dados nativamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o executivo, as telas de 60 Hz dos celulares da Maçã também “não podem competir” com as de 120 Hz dos aparelhos Android, que suportam animações mais suaves: “Sempre que preciso usar um iPhone para testar nosso aplicativo para iOS, sinto que sou jogado de volta à Idade Média”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os comentários foram feitos em resposta a uma investigação reportada no <em>The New York Times</em> sobre o relacionamento da Apple com a China e seu possível envolvimento em “vigilância e censura” no país: “Não é de se admirar que a abordagem totalitária da Apple seja tão apreciada pela China, que tem controle total sobre os aplicativos e dados de todos os seus cidadãos que dependem de iPhones”, finalizou Durov.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que o Telegram é um dos aplicativos de mensagens mais populares do momento. O serviço possui mais de 500 milhões de usuários ativos. Recentemente, houve um aumento no número de usuários após o WhatsApp anunciar novas mudanças na sua política de privacidade.</p>
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		<title>WhatsApp libera uma função que pode acelerar o áudio nas mensagens</title>
		<link>https://mercantes.com.br/publicacoes/whatsapp-libera-funcao-para-acelerar-audio</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 May 2021 21:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[mensagem de voz]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução do áudio]]></category>
		<category><![CDATA[whatsapp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualização para modificar a velocidade da mensagem de voz está acessível na versão web e no aplicativo para iOS, da Apple.<br />
Você já recebeu algum áudio de mais de três minutos no WhatsApp? A maioria dos usuários do aplicativo já recebeu algum áudio longo. De acordo com informações dos usuários do Twitter, agora você pode ouvir acelerando o áudio.<br />
A atualização para modificar a velocidade da mensagem de voz é uma das atualizações recentemente anunciadas pelo mensageiro e está disponível na ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="chamada" style="text-align: justify;">Atualização para modificar a velocidade da mensagem de voz está acessível na versão web e no aplicativo para iOS, da Apple.</h2>
<p style="text-align: justify;">Você já recebeu algum áudio de mais de três minutos no <strong>WhatsApp</strong>? A maioria dos usuários do aplicativo já recebeu algum áudio longo. De acordo com informações dos usuários do Twitter, agora você pode ouvir acelerando o áudio.</p>
<p style="text-align: justify;">A atualização para modificar a velocidade da mensagem de voz é uma das atualizações recentemente anunciadas pelo mensageiro e está disponível na versão web e no aplicativo para iOS, da Apple.</p>
<p style="text-align: justify;">As primeiras informações sobre a possibilidade de acelerar as mensagens de áudio no WhatsApp foram em março. Entretanto, vários usuários brasileiros estão recebendo nesta semana a possibilidade de ajustar a velocidade para 1x, 1,5x e 2x.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você deseje mudar a velocidade, é só clicar no ícone de <strong>reprodução do áudio</strong> e um botão vai surgir no lugar da foto do contato, mostrando o modo de aceleração.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você deseja trocar, é só clicar nesse ícone para mudar a reprodução. Vale destacar que a empresa ainda não informou nada sobre a novidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas redes sociais, os usuários falaram sobre a nova funcionalidade e se mostraram bastante animados.</p>
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		<item>
		<title>EUA monitora cidadãos secretamente com código escondido em apps, revela jornal</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/eua-monitora-cidadaos-secretamente-com-codigo-escondido-em-apps-revela-jornal</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 19:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[criptografia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[espião]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[secreto]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto acusa a China de espionar usuários de redes sociais, o governo dos EUA rastreia informações dos celulares de seus próprios cidadãos por meio de um código inserido em pelo menos 500 aplicativos, revela uma reportagem do renomado Wall Street Journal.<br />
Segundo a publicação, a empresa Anomaly Six paga a desenvolvedores para inserirem um código de rastreio nos apps. Com isso, ela coleta informações anônimas dos celulares, que são vendidas ao governo do país norte-americano. A companhia não revela quais apps ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto acusa a China de espionar usuários de redes sociais, o governo dos EUA rastreia informações dos celulares de seus próprios cidadãos por meio de um código inserido em pelo menos 500 aplicativos, revela uma reportagem do renomado <em>Wall Street Journal</em>.</p>
<p>Segundo a publicação, a empresa Anomaly Six paga a desenvolvedores para inserirem um código de rastreio nos apps. Com isso, ela coleta informações anônimas dos celulares, que são vendidas ao governo do país norte-americano. A companhia não revela quais apps contêm seu código, e aparentemente nenhuma das aplicações em si informa sobre a parceria em seus termos de uso.</p>
<p>O rastreio aparentemente é legal, mas nada transparente. Pelo contrato da Anomaly Six, não há obrigação de divulgar quais apps são parceiros comerciais da empresa, assim como os próprios desenvolvedores não têm de informar que inseriram o código na programação. Isso tudo, porém, não impede que a prática seja questionada.</p>
<p><h2>Dados anônimos, mas identificáveis</h2>
</p>
<p>A reportagem deixa claro que os dados, coletados por meio de um código alfanumérico existente para cada unidade de celular fabricado no mundo, são anônimos. Informações pessoais, como nome, idade ou mesmo gênero de quem utiliza o aparelho não são ligadas a esse código, mas há como identificar o dono de determinado dispositivo apenas usando um pouco de lógica.</p>
<p>Quando vamos dormir, geralmente deixamos o celular próximo, no mínimo na mesma casa onde estamos. Considerando que geralmente dormimos em nossa própria casa, é só cruzar os dados de localização de um aparelho com os do nosso lar. Combinando isso com informações como local de trabalho ou estudo, não é uma tarefa tão difícil identificar o dono de um smartphone. A partir daí, espionar pessoas selecionadas com o rastreio feito pela Anomaly Six se torna uma tarefa relativamente simples.</p>
<p>Uma vez que provavelmente não há muita distinção entre os apps distribuídos na Play Store ou na App Store dos EUA e do restante do mundo, não seria loucura imaginar que nossos dados aqui no Brasil também são coletados pela Anomaly Six. Se são repassados ao governo de lá, aí é outra história, mas é plausível crer que essa possibilidade existe.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rastreio é legal, mas será ético?</h2>
<p>Os dados tecnicamente não são utilizados para fins comerciais, em publicidade ou afins, então o rastreio feito pela Anomaly Six é legal perante a legislação dos EUA. O problema é mais uma questão de ética e moral: não há transparência, não há sequer como saber quem é rastreado, quais aplicativos possuem o código, nada.</p>
<p>Se não sabemos que aplicativos coletam dados para a companhia, muito mais difícil é descobrir o que o governo do país norte-americano faz com eles. Pode ser para motivos teoricamente nobres, como garantir a segurança nacional ao rastrear potenciais terroristas, ou pode ser simplesmente para xeretar a vida dos cidadãos — e as duas coisas podem estar ligadas, inclusive.</p>
<p>O que abre espaço para uso puramente político, como usufruir dessas informações para saber que cidadãos ou regiões do país são mais propensos a votar ou não em um candidato.</p>
<p><h2>Anomaly Six não se manifesta</h2>
</p>
<p>A Anomaly Six não pretende responder a nenhuma destas questões nem sequer é obrigada a isso. A empresa alega que seus negócios são confidenciais, apesar de não necessariamente secretos, e só pode revelar qualquer informação com autorização de seus parceiros comerciais. Os apps podem até liberar a publicação das informações, mas não podemos esperar o mesmo do governo.</p>
<p>É irônico, porém, que enquanto os EUA coletem dados sem consentimento ou conhecimento dos usuários, por mais que sejam anônimos, Trump acusa a China de espionar quem usa uma rede social, como o TikTok ou o WeChat, ou mesmo um dispositivo eletrônico ou rede de dados, como no caso da Huawei.</p>
<p>A verdade é que o único jeito de escapar da espionagem digital é não usar nada que se conecte à internet. Em outras palavras, as opções parecem ser cada vez mais escolher o conforto que a tecnologia proporciona e ter dados coletados por empresas e governos ou viver como o ser humano vivia até meados do século 20.</p>
<p>É claro, porém, que optar pela primeira alternativa não nos impede de brigar para que não sejamos espionados.</p>
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		<item>
		<title>Pulseira digital bloqueia microfones próximos e evita espionagem</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/pulseira-digital-bloqueia-microfones-proximos-e-evita-espionagem</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 19:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Protótipo criado por pesquisadores da Universidade de Chicago emite sinais ultrassônicos.</p>
<p>Pesquisadores dos Estados Unidos criaram uma pulseira digital que impede que microfones próximos captem áudio. A tecnologia pode ser usada para silenciar equipamentos como Echo, smartwatches e smartphones.<br />
O bracelete vem com 24 alto-falantes que emitem uma frequência ultrassônica capaz de interferir nos receptores de som para impossibilitar que assistentes digitais inteligentes ouçam e gravem conversas do usuário.</p>
<p>O ruído ultrassônico ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle" itemprop="alternativeHeadline" style="box-sizing:inherit; margin:0px; padding:0px1.5rem; border:0px; font-style:inherit; font-variant:inherit; font-weight:inherit; font-stretch:inherit; font-size:1.125rem; line-height:1.5rem; font-family:inherit; vertical-align:baseline; color:rgb(85,85,85); letter-spacing:-0.03125rem;">Protótipo criado por pesquisadores da Universidade de Chicago emite sinais ultrassônicos.</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="1" style="box-sizing:inherit; margin:0pxauto1.75rem; padding:0px1.5rem; border:0px; font-style:inherit; font-variant:inherit; font-weight:inherit; font-stretch:inherit; font-size:1.125rem; line-height:1.75rem; font-family:opensans,helvetica,arial,sans-serif; vertical-align:baseline; max-width:85rem; width:412px; float:none; letter-spacing:-0.03125rem; overflow-wrap:break-word;">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font: inherit; vertical-align: baseline;">Pesquisadores dos Estados Unidos criaram uma pulseira digital que impede que microfones próximos captem áudio. A tecnologia pode ser usada para silenciar equipamentos como<span> </span>Echo,<span> </span>smartwatches<span> </span>e<span> </span>smartphones.</p>
<p>O bracelete vem com 24 alto-falantes que emitem uma frequência ultrassônica capaz de interferir nos receptores de som para impossibilitar que assistentes digitais inteligentes ouçam e gravem conversas do usuário.</p></div>
<div class="wall protected-content" style="box-sizing:inherit; margin:0px; padding:0px; border:0px; font:inherit; vertical-align:baseline;">
<div class="mc-column" data-block-type="ads" data-block-id="2" style="box-sizing:inherit; margin:0pxauto1.75rem; padding:0px1.5rem; border:0px; font-style:normal; font-variant-ligatures:normal; font-variant-caps:normal; font-variant-numeric:inherit; font-variant-east-asian:inherit; font-weight:400; font-stretch:inherit; font-size:18px; line-height:inherit; font-family:opensans,helvetica,arial,sans-serif; vertical-align:baseline; max-width:85rem; width:412px; float:none; color:rgb(51,51,51); letter-spacing:normal; orphans:2text-indent:0px; text-transform:none; white-space:normal; widows:2; word-spacing:0px; -webkit-text-stroke-width:0px; background-color:rgb(255,255,255); text-decoration-style:initial; text-decoration-color:initial; text-align:left;">
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</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="3" style="box-sizing:inherit; margin:0pxauto1.75rem; padding:0px1.5rem; border:0px; font-style:normal; font-variant-ligatures:normal; font-variant-caps:normal; font-variant-numeric:inherit; font-variant-east-asian:inherit; font-weight:400; font-stretch:inherit; font-size:18px; line-height:1.75rem; font-family:opensans,helvetica,arial,sans-serif; vertical-align:baseline; max-width:85rem; width:412px; float:none; letter-spacing:-0.03125rem; overflow-wrap:break-word; color:rgb(51,51,51); orphans:2text-indent:0px; text-transform:none; white-space:normal; widows:2; word-spacing:0px; -webkit-text-stroke-width:0px; background-color:rgb(255,255,255); text-decoration-style:initial; text-decoration-color:initial; text-align:left;">
<p class="content-text__container" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font: inherit; vertical-align: baseline;">O ruído ultrassônico não é captado pelo ouvido humano. Apenas animais e crianças muito pequenas conseguem escutá-lo.</p>
</div>
<div class="tag-manager-publicidade-container tag-manager-publicidade-pub-in-text tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" id="pub-in-text" data-google-query-id="COehu5ay6OcCFSIFuQYdIEEKkA" data-cid="138235442063" data-lid="4565030282" style="box-sizing:inherit; margin:0px; padding:0px; border:0px; font-style:normal; font-variant-ligatures:normal; font-variant-caps:normal; font-variant-numeric:inherit; font-variant-east-asian:inherit; font-weight:400; font-stretch:inherit; font-size:18px; line-height:inherit; font-family:opensans,helvetica,arial,sans-serif; vertical-align:baseline; position:relative; background-clip:content-box; display:block; color:rgb(51,51,51); letter-spacing:normal; orphans:2text-indent:0px; text-transform:none; white-space:normal; widows:2; word-spacing:0px; -webkit-text-stroke-width:0px; background-color:rgb(255,255,255); text-decoration-style:initial; text-decoration-color:initial; text-align:left;">
<div class="searchV2" style="box-sizing:inherit; margin:0px; padding:0px; border:0px; font:inherit; vertical-align:baseline; width:100vw; height:100vh; position:fixed; z-index:100000; top:0px; transform:translateX(100vw); background-color:rgb(255,255,255); will-change:transform;"></div>
</div>
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