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	<title>Arquivos Bauhaus-Universität Weimar - Mercantes Soluções</title>
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	<description>Uma empresa do Grupo Mercantes</description>
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		<title>Brasileiros criam software para identificar pedófilos na internet em tempo real</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2015 19:18:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um grupo de estudantes de ciência da computação e o professor-orientador Rodrigo Filev Maia, do centro universitário FEI, em São Bernardo do Campo, desenvolveu um sistema que é capaz de identificar potenciais abusadores de crianças a partir de uma análise do conteúdo de conversas na web ou em celulares. Segundo os estudantes a tecnologia, este método é único no mundo e possui uma taxa de acerto de 85%. As informações são da Folha de S. Paulo.<br />
O sistema poderia ser ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um grupo de estudantes de ciência da computação e o professor-orientador Rodrigo Filev Maia, do centro universitário FEI, em São Bernardo do Campo, desenvolveu um sistema que é capaz de identificar potenciais abusadores de crianças a partir de uma análise do conteúdo de conversas na web ou em celulares. Segundo os estudantes a tecnologia, este método é único no mundo e possui uma taxa de acerto de 85%. As informações são da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/2015/01/1577425-estudantes-criam-algoritmo-que-detecta-possiveis-pedofilos-na-web.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema poderia ser usado principalmente por pais que estão preocupados com a segurança dos filhos na web, ao mesmo tempo que não querem privá-los de navegar na rede. Maia, o autor da ideia, buscou estudantes interessados no projeto após estar preocupado com a segurança dos próprios filhos – que têm quatro e sete anos. “Como você pode proteger seus filhos quando navegam na <span class="definicao">internet</span>? É impensável falar em isolá-los digitalmente”, comentou o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na primeira fase de desenvolvimento, o <span class="definicao">algoritmo</span> funciona para o inglês, mas será adaptado para o português na segunda fase do projeto. Ele funciona identificando potenciais padrões geralmente usados por pedófilos para abordar as crianças no computador.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema é capaz de identificar palavras com cunho sexual, mas também termos usados como “garoto”, “garota”, “querido” e sequências específicas de palavras que podem significar alguma tentativa e identificar o correspondente como um potencial agressor, explicou o estudante Gabriel Lett Viviani. Segundo ele, o sistema é capaz de organizar a conversa como se fosse uma rede e depois a analisa. “A métrica que usamos dá pontos para quantificar a relevância de cada palavra dentro da conversa”.</p>
<p style="text-align: justify;">O que faz com que sistema seja realmente inovador é a capacidade dele de analisar conversas em tempo real. Até o momento, todos os mecanismos desse tipo são capazes de examinar apenas uma conversa concluída. Para o professor Maia, o principal uso do algoritmo quando ele estiver pronto será em computadores e smartphones.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema é dividido em três processos: primeiramente, o software quebra a conversa em partes, depois entra em ação o <span class="definicao">banco de dados</span> onde a conversa é comparada e classificada como &#8220;culpada&#8221; ou “inocente” e, por fim, o sistema dá notas aos textos e apresenta um resultado positivo ou negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Viviani, o principal problema encontrado até agora no sistema é uma quantidade alta de falsos positivos, pelos quais conversas com não agressores são consideradas suspeitas. Mas segundo o estudante, “é melhor detectar um inocente do que deixar passar um agressor”.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto utiliza 5 mil conversas verdadeiras em inglês com diversos teores e que foram captadas pela Bauhaus-Universität Weimar, na Alemanha. O banco de dados que contém propagandas, conversas de bate-papo e de grupo, foi disponibilizado para que o grupo realizasse este trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos testes, o sistema apresentou entre 500 e 600 falsos positivos, mas em um ambiente real, afirma Viviani, esses inocentes que são tomados como potenciais agressores deveriam passar pela avaliação de uma pessoa, que julgaria se a preocupação é correta ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto foi o trabalho de conclusão de curso do grupo que contou também com os estudantes Gabriel Dias, Gabriel Martinez e Ítalo Ferreira. Os quatro e o professor Maia pretendem agora dar continuidade ao projeto orientando uma nova turma de estudantes que seriam responsáveis pela segunda parte do planejamento. Os pesquisadores acreditam que o algoritmo deve ser concluído e disponibilizado em 2016.</p>
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Matéria completa: <a href="http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Brasileiros-criam-software-para-identificar-pedofilos-na-internet-em-tempo-real/#ixzz3PU7ynyEM">http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Brasileiros-criam-software-para-identificar-pedofilos-na-internet-em-tempo-real/#ixzz3PU7ynyEM</a></p>
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