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	<title>Arquivos redes sociais - Mercantes Soluções</title>
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		<title>Saiba como identificar notícias falsas nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 20:22:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A internet é uma maravilha. É tão bom estar conectado a tudo o que acontece no mundo apenas com um clique!<br />
Mas com grandes poderes vêm grandes responsabilidades e por isso te ajudaremos a aproveitar o máximo da internet sem cair em uma das mais sérias armadilhas dela: as Fake News.<br />
Traduzido do inglês, ele quer dizer “Notícias Falsas” e, nos últimos tempos, se tornou uma das maiores preocupações de quem procura se informar em sites, redes sociais e até ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">A internet é uma maravilha. É tão bom estar conectado a tudo o que acontece no mundo apenas com um clique!</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas com grandes poderes vêm grandes responsabilidades e por isso te ajudaremos a aproveitar o máximo da internet sem cair em uma das mais sérias armadilhas dela: as <b>Fake News</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Traduzido do inglês, ele quer dizer <i>“Notícias Falsas”</i> e, nos últimos tempos, se tornou uma das maiores preocupações de quem procura se informar em sites, redes sociais e até no WhatsApp.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso ter cuidado! Essas <b><i>notícias falsas</i></b> são compartilhadas muitas vezes e acabam influenciando um grande grupo de pessoas. Já foi comprovado que uma notícia falsa – ou melhor, uma mentira – se espalha até 70% mais rápido pela internet do que uma notícia verdadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">E, em situações como em eleições e temas importantes da sociedade, isso pode causar um problemão. Foi exatamente por isso que, em 2016, o termo <b><i>Fake News</i></b> se tornou tão conhecido. O então candidato à presidência dos Estados Unidos, <b>Donald Trump</b>, falou tanto sobre a imprensa ter divulgado notícias falsas sobre ele, quanto também foi acusado de ter espalhado mentiras sobre sua oponente, a candidata Hillary Clinton. A quantidade de notícias falsas, divulgadas por redes sociais e sites de procedência duvidosa pode até ter alterado os rumos daquela eleição.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo recente, aqui no Brasil, foi o compartilhamento de conteúdos no <b>WhatsApp </b>sobre supostas reações à <b>vacina contra a febre amarela</b>. Fotos, imagens e até áudios de falsos médicos foram compartilhados por milhões de pessoas com mentiras sobre efeitos adversos do medicamento e fazendo assim com que muitos deixassem de se proteger. Um deserviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem está acompanhando o caso da Marielle Franco sabe que a vereadora também, mesmo depois de morta, foi vítima de notícias falsas. A mentira conta que ela foi casada com um traficante e eleita pelo Comando Vermelho. E, mesmo depois de ter sido provado que isso não é verdade, tem muita gente acreditando e o que é pior: compartilhando!</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de propagação de mentiras acaba manipulando a opinião de muitas pessoas, promovendo discursos de ódio e pode até mesmo ser ferramenta para golpes. Por isso, é hora de dar um basta! Vamos explicar como detectar quando uma notícia <i>é “fake”</i>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Primeiro, que fonte é essa? – </b>A primeira dica é muito importante: procure saber qual é a fonte da notícia! Quando o site é mais conhecido, as chances de ser uma <b>Fake News</b> são menores, mas ainda assim investigue! Olhe a página, se está tudo escrito certo, se aquele é o site original, e assim você já está dando um passo na direção certa! E se a notícia veio do <b>grupo de WhatsApp</b> e não tem link, antes de acreditar, procure saber de onde ela veio.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sem preguiça, leia tudo!</b> – A segunda dica é: <b>leia a matéria inteira</b>. Nunca compartilhe uma notícia só pelo título ou pela imagem. Sempre leia tudo até o final, para ter certeza do que ela está dizendo. Aproveita enquanto está lendo pra já ficar de olho e procurar por detalhes importantes no conteúdo. Por exemplo, se ela fala de uma certa pessoa, verifique se na notícia o autor deu alguma informação importante sobre essa pessoa como o cargo que ocupa, há quanto tempo ocupa este cargo, ou detalhes que ajudam a dar credibilidade ao texto.<br />
<b><br />
</b><b>Quem escreveu isso? – </b>Verificar o autor do texto que deu origem a uma notícia muitas vezes já ajuda a saber que ela tem pouquíssimas chances de ser uma <b><i>Fake News</i></b>. Também ajuda a ter uma ideia do que ele ganha com aquele tipo de divulgação. Transparência é a chave!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Faça uma busca no Google – </b>Sabe uma forma para saber se uma notícia é falsa ou não? Faz uma pesquisa sobre ela no Google! Você logo vai ver que se for uma notícia falsa, não vai encontrar quase nada sobre o assunto. Quando a notícia é verdadeira ela é veiculada pelos principais meios de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Essa notícia é velha? – </b>Cheque a data de toda notícia que ler. É porque, às vezes, pessoas mal intencionadas pegam notícias velhas ou até mesmo que já foram esclarecidas e postam como se fossem novidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Valores Morais importam! – </b>Um dos maiores alvos de mentiras na internet geralmente são pessoas que fazem parte de grupos de minoria e que acabam sofrendo <b>preconceito</b> por isso. Sempre que encontrar uma notícia que difama alguma pessoa a partir de fatos baseados na orientação sexual, religiosa ou de gênero, fique atento!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Piada pronta – </b>Alguns sites, como o <a href="http://www.sensacionalista.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Sensacionalista</a>, por exemplo, são voltados para fazer humor, então eles postam somente notícias falsas. Mas, claro, isso não é com o intuito de espalhar mentiras, e sim, de fazer piadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>WhatsApp </strong>– Sabia que milhares de golpes são dados no aplicativo através de <b>Fake News</b>? Por exemplo, eles mandam alguma promoção, pedem para as pessoas compartilharem ou enviar dados e se aproveitam disso. Por isso, fique sempre atento e nunca confie em promoções, notícias ou até recomendações médicas</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Use as agências de checagem de fatos – </b>Além de ficar atento aos detalhes, você também pode garantir a verdade através de meios comprovadamente confiáveis. Uma dica é o site <a href="https://aosfatos.org/" target="_blank" rel="noopener">Aos Fatos</a> que trabalha com a IFN, a mesma rede internacional de checadores de fatos que é parceira do Google, ou a <a href="http://piaui.folha.uol.com.br/lupa/" target="_blank" rel="noopener">Lupa</a>, a primeira agência de checagem de fatos do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Você não está sozinho nessa luta –</b> O assunto é tão sério que as grandes empresas e principais meios de compartilhamento de notícias já estão começando a tomar medidas para tentar evitar que as <b>Fake News</b> se espalhem. O Facebook, por exemplo, já tem um sistema para detectar publicações que são consideradas suspeitas desde o ano passado, e também criou um botãozinho de contexto para ajudar as pessoas a conhecerem melhor o site que está dando certa notícia.</p>
<p>O <b>Google</b> é uma das principais armas para combater as <i>Fake News</i> na internet! Além de servir como uma ferramenta para buscar mais fontes para uma notícia, a empresa está focada em se tornar cada vez mais precisa!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que com essas dicas você entenda como navegar e se informar de forma mais segura pela internet.</p>
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		<title>Redes sociais podem acabar com amizades reais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 10:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos EUA, uma em cada cinco pessoas reduziu contato pessoal com alguém na vida real depois de briga pela internet.</p>
<p>Desrespeito e insultos on-line estão acabando com amizades, à medida que as pessoas estão ficando mais rudes nas mídias sociais, revelou uma pesquisa, que também mostrou que dois em cada cinco usuários cortaram relações após uma briga virtual.<br />
Assim como o uso das mídias sociais cresceu, a falta de civilidade também aumentou, com 78% de 2.698 pessoas entrevistadas tendo ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: justify;">Nos EUA, uma em cada cinco pessoas reduziu contato pessoal com alguém na vida real depois de briga pela internet.</h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">Desrespeito e insultos on-line estão acabando com amizades, à medida que as pessoas estão ficando mais rudes nas mídias sociais, revelou uma pesquisa, que também mostrou que dois em cada cinco usuários cortaram relações após uma briga virtual.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Assim como o uso das mídias sociais cresceu, a falta de civilidade também aumentou, com 78% de 2.698 pessoas entrevistadas tendo relatado um aumento das grosserias na Internet. As pessoas não hesitam em ser menos educadas on-line do que ao vivo, segundo o levantamento. Uma em cada cinco pessoas reduziu seu contato pessoal com alguém que conhece na vida real depois de uma briga pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Joseph Grenny, co-presidente da empresa de treinamento corporativo VitalSmarts, que conduziu a pesquisa, disse que as brigas on-line muitas vezes se tornam brigas na vida real, com 19% das pessoas bloqueando ou cancelando amizades com alguém por causa de uma discussão virtual.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">&#8211; O mundo mudou e uma parte importante das relações acontece online, mas os modos ainda não acompanharam a tecnologia &#8211; disse Grenny. &#8211; O que é realmente surpreendente é que muitas pessoas desaprovam esse comportamento, mas as pessoas ainda estão fazendo isso. Por que você xingaria on-line, mas nunca na cara da pessoa?</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Dados do Pew Research Center mostram que 67% dos adultos conectados à Internet nos Estados Unidos usam sites de redes sociais, dos quais o Facebook é o mais popular, enquanto os últimos números mostram que mais da metade da população britânica tem conta no Facebook. A pesquisa acontece após uma série de desentendimentos pela Internet envolvendo personalidades, que atraíram grande atenção da mídia.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">O jogador de futebol britânico Joey Barton, do Olympique de Marseille, foi convocado pelo comitê de ética da federação francesa após chamar o zagueiro brasileiro Thiago Silva, do Paris St Germain, de &#8220;travesti acima do peso&#8221; no Twitter. O boxeador Curtis Woodhouse foi amplamente elogiado após ter rastreado uma pessoa no Twitter que o chamou de &#8220;desgraça completa&#8221; e uma &#8220;piada&#8221; após uma derrota, indo até a casa do autor das críticas para cobrar um pedido de desculpas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Grenny disse que os entrevistados tinham suas próprias histórias, como uma família que não se fala há dois anos porque um homem publicou na Internet uma foto embaraçosa de sua irmã e recusou-se a removê-la. Em vez disso, espalhou a foto para todos os seus contatos. As tensões nos locais de trabalho também foram transferidas para conversas através da Internet, nas quais funcionários falam de forma negativa de um companheiro.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">&#8211; As pessoas parecem ser conscientes de que este tipo de conversa importante não deve acontecer nas mídias sociais, mas, apesar disso, também parecem ter o impulso de resolver as emoções de forma imediata e através deste tipo de canal &#8211; disse Grenny.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">REUTERS.</p>
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