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	<title>Arquivos Toxicpanda - Mercantes Soluções</title>
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		<title>Vírus &#8216;ToxicPanda&#8217; se aproxima do Brasil e já ataca América Latina</title>
		<link>https://mercantes.com.br/tecnologia/virus-toxicpanda-se-aproxima-do-brasil-e-ja-ataca-america-latina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 23:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.<br />
Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.</p>
<p>Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na América Latina em breve.</p>
<p>A pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>De acordo com Michele Roviello, Alessandro Strino e Federico Valentini, ao THN, o “principal objetivo do ToxicPanda é realizar transferências monetárias por meio de dispositivos comprometidos via ATO (account takeover, ‘conta roubada’) e uma técnica bem conhecida chamada ‘on-device fraud (ODF)”.</p>
<p>A ODF é uma tática cibercriminosa de realizar as transações fraudulentas por meio do próprio dispositivo infectado — o que dificulta a detecção por equipes de cibersegurança em bancos, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores ainda comentam que encontraram similares do ToxicPanda com outro malware Android conhecido: o TgToxic. Este último, também supostamente desenvolvido por chineses, tem a capacidade de roubar credenciais de carteiras cripto.</p>
<p>Mil e quinhentos dispositivos afetados pode parecer um número baixo — e, de fato, ainda é. Contudo, a pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>O malware ‘ToxicPanda’ já infectou cerca de 1,5 mil dispositivos Android pelo mundo. Segundo pesquisadores da Cleafy, os cibercriminosos por trás dele são chineses e os ataques começaram a alcançar a América Latina.</p>
<p>Voltado para realizar transações bancárias fraudulentas em smartphones e tablets Android infectados, o ‘ToxicPanda’, atingiu os seguintes locais: Itália, Portugal, Hong Kong e Espanha. Contudo, cerca de 3,4% das infecções ocorreram no Peru, o que aproxima o malware do Brasil e indica uma possível campanha maliciosa na América Latina em breve.</p>
<p>A pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação</p>
<p>De acordo com Michele Roviello, Alessandro Strino e Federico Valentini, ao THN, o “principal objetivo do ToxicPanda é realizar transferências monetárias por meio de dispositivos comprometidos via ATO (account takeover, ‘conta roubada’) e uma técnica bem conhecida chamada ‘on-device fraud (ODF)”.</p>
<p>A ODF é uma tática cibercriminosa de realizar as transações fraudulentas por meio do próprio dispositivo infectado — o que dificulta a detecção por equipes de cibersegurança em bancos, por exemplo.</p>
<p>Os pesquisadores ainda comentam que encontraram similares do ToxicPanda com outro malware Android conhecido: o TgToxic. Este último, também supostamente desenvolvido por chineses, tem a capacidade de roubar credenciais de carteiras cripto.</p>
<p>Mil e quinhentos dispositivos afetados pode parecer um número baixo — e, de fato, ainda é. Contudo, a pesquisa indica que o malware está nos estágios iniciais de sua ação.</p>
<p>Como ele atua<br />O ToxicPanda simula a aparência de aplicativos como Google Chrome, Visa e outros. O modus operandi segue como qualquer malware do tipo: ele oferece páginas falsas dos apps em questão para enganar e roubar a vítima.</p>
<p>Ele também abusa dos serviços de acessibilidade do Android para ganhar permissões, manipular entradas de usuário, interceptar senhas OTP via SMS ou 2FA e realizar transações. No final das contas, os cibercriminosos têm controle completo sobre o que acontece no aparelho.</p>
<p>Os pesquisadores da Cleafy tiveram sucesso ao visualizar o painel de controle (C2) do ToxicPanda. Nele, é possível acompanhar gráficos de infecção, detalhes de modelos, localização etc.</p>
<p>A importância do antivírus<br />Além de passos básicos como “não baixe aplicativos fora da loja oficial do seu dispositivo”, é muito importante que você mantenha um app antivírus ativo.</p>
<p>Fonte tecmundo </p>
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