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	<title>Arquivos dados - Mercantes Soluções</title>
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	<description>Uma empresa do Grupo Mercantes</description>
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		<title>EUA monitora cidadãos secretamente com código escondido em apps, revela jornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2020 19:37:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto acusa a China de espionar usuários de redes sociais, o governo dos EUA rastreia informações dos celulares de seus próprios cidadãos por meio de um código inserido em pelo menos 500 aplicativos, revela uma reportagem do renomado Wall Street Journal.<br />
Segundo a publicação, a empresa Anomaly Six paga a desenvolvedores para inserirem um código de rastreio nos apps. Com isso, ela coleta informações anônimas dos celulares, que são vendidas ao governo do país norte-americano. A companhia não revela quais apps ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto acusa a China de espionar usuários de redes sociais, o governo dos EUA rastreia informações dos celulares de seus próprios cidadãos por meio de um código inserido em pelo menos 500 aplicativos, revela uma reportagem do renomado <em>Wall Street Journal</em>.</p>
<p>Segundo a publicação, a empresa Anomaly Six paga a desenvolvedores para inserirem um código de rastreio nos apps. Com isso, ela coleta informações anônimas dos celulares, que são vendidas ao governo do país norte-americano. A companhia não revela quais apps contêm seu código, e aparentemente nenhuma das aplicações em si informa sobre a parceria em seus termos de uso.</p>
<p>O rastreio aparentemente é legal, mas nada transparente. Pelo contrato da Anomaly Six, não há obrigação de divulgar quais apps são parceiros comerciais da empresa, assim como os próprios desenvolvedores não têm de informar que inseriram o código na programação. Isso tudo, porém, não impede que a prática seja questionada.</p>
<p><h2>Dados anônimos, mas identificáveis</h2>
</p>
<p>A reportagem deixa claro que os dados, coletados por meio de um código alfanumérico existente para cada unidade de celular fabricado no mundo, são anônimos. Informações pessoais, como nome, idade ou mesmo gênero de quem utiliza o aparelho não são ligadas a esse código, mas há como identificar o dono de determinado dispositivo apenas usando um pouco de lógica.</p>
<p>Quando vamos dormir, geralmente deixamos o celular próximo, no mínimo na mesma casa onde estamos. Considerando que geralmente dormimos em nossa própria casa, é só cruzar os dados de localização de um aparelho com os do nosso lar. Combinando isso com informações como local de trabalho ou estudo, não é uma tarefa tão difícil identificar o dono de um smartphone. A partir daí, espionar pessoas selecionadas com o rastreio feito pela Anomaly Six se torna uma tarefa relativamente simples.</p>
<p>Uma vez que provavelmente não há muita distinção entre os apps distribuídos na Play Store ou na App Store dos EUA e do restante do mundo, não seria loucura imaginar que nossos dados aqui no Brasil também são coletados pela Anomaly Six. Se são repassados ao governo de lá, aí é outra história, mas é plausível crer que essa possibilidade existe.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rastreio é legal, mas será ético?</h2>
<p>Os dados tecnicamente não são utilizados para fins comerciais, em publicidade ou afins, então o rastreio feito pela Anomaly Six é legal perante a legislação dos EUA. O problema é mais uma questão de ética e moral: não há transparência, não há sequer como saber quem é rastreado, quais aplicativos possuem o código, nada.</p>
<p>Se não sabemos que aplicativos coletam dados para a companhia, muito mais difícil é descobrir o que o governo do país norte-americano faz com eles. Pode ser para motivos teoricamente nobres, como garantir a segurança nacional ao rastrear potenciais terroristas, ou pode ser simplesmente para xeretar a vida dos cidadãos — e as duas coisas podem estar ligadas, inclusive.</p>
<p>O que abre espaço para uso puramente político, como usufruir dessas informações para saber que cidadãos ou regiões do país são mais propensos a votar ou não em um candidato.</p>
<p><h2>Anomaly Six não se manifesta</h2>
</p>
<p>A Anomaly Six não pretende responder a nenhuma destas questões nem sequer é obrigada a isso. A empresa alega que seus negócios são confidenciais, apesar de não necessariamente secretos, e só pode revelar qualquer informação com autorização de seus parceiros comerciais. Os apps podem até liberar a publicação das informações, mas não podemos esperar o mesmo do governo.</p>
<p>É irônico, porém, que enquanto os EUA coletem dados sem consentimento ou conhecimento dos usuários, por mais que sejam anônimos, Trump acusa a China de espionar quem usa uma rede social, como o TikTok ou o WeChat, ou mesmo um dispositivo eletrônico ou rede de dados, como no caso da Huawei.</p>
<p>A verdade é que o único jeito de escapar da espionagem digital é não usar nada que se conecte à internet. Em outras palavras, as opções parecem ser cada vez mais escolher o conforto que a tecnologia proporciona e ter dados coletados por empresas e governos ou viver como o ser humano vivia até meados do século 20.</p>
<p>É claro, porém, que optar pela primeira alternativa não nos impede de brigar para que não sejamos espionados.</p>
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		<title>Hackers roubaram dados de 57 milhões de usuários da Uber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 20:14:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>
Incidente atingiu informações tanto de motoristas quanto passageiros; informação foi revelada nesta terça-feira (21) pelo novo presidente da companhia.</p>
<p>A Uber admitiu que foi alvo de um ataque hacker em 2016, que roubou dados de 57 milhões de motoristas e clientes em todo o mundo. A informação foi omitida por um ano pela companhia e revelada nesta terça-feira (21) por uma carta do presidente da companhia, Dara Khosrowshahi. Para tentar manter o assunto sob sigilo, a Uber pagou ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="MomentCapsuleCover-description u-dir" dir="ltr" data-field="description">
<h2 class="column medium-centered medium-17 large-14 xlarge-16" style="text-align: justify;">Incidente atingiu informações tanto de motoristas quanto passageiros; informação foi revelada nesta terça-feira (21) pelo novo presidente da companhia.</h2>
</div>
<p>A Uber admitiu que foi alvo de um ataque hacker em 2016, que roubou dados de 57 milhões de motoristas e clientes em todo o mundo. A informação foi omitida por um ano pela companhia e revelada nesta terça-feira (21) por uma carta do presidente da companhia, Dara Khosrowshahi. Para tentar manter o assunto sob sigilo, a Uber pagou US$ 100 mil aos hackers invasores.</p>
<p>Ele disse que os hackers roubaram endereços de e-mail e números de celular. Entre os motoristas, 600 mil tiveram seus dados de licença expostos nos Estados Unidos. Segundo o presidente da Uber, não há evidências de que tenham sido acessados histórico de localizações de viagens e dados bancários.</p>
<p>A Uber não informou se há brasileiros na lista de usuários que tiveram os dados violados.</p>
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		<title>Empresa rastreia e coleta dados de usuários do mundo todo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mercantes Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 19:25:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pouco conhecida no mercado, a Acxiom Corporation possui dados de mais de 500 milhões de consumidores</p>
<p>Apesar de atuar nas &#8220;sombras&#8221; de nomes, como Google e Facebook, a Axciom Corporation é a dona do maior acervo de informações pessoais da internet. É bem capaz da empresa conhecer coisas sobre você, que até sua mãe não sabe.<br />
Informações, tais como: hábitos de consumo, sexo, peso, altura, estado civil, escolaridade, preocupações com a família, planos para férias, filmes que gosta de ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: justify;">Pouco conhecida no mercado, a Acxiom Corporation possui dados de mais de 500 milhões de consumidores</h5>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;" align="justify">Apesar de atuar nas &#8220;sombras&#8221; de nomes, como Google e Facebook, a Axciom Corporation é a dona do maior acervo de informações pessoais da internet. É bem capaz da empresa conhecer coisas sobre você, que até sua mãe não sabe.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Informações, tais como: hábitos de consumo, sexo, peso, altura, estado civil, escolaridade, preocupações com a família, planos para férias, filmes que gosta de assistir, locais mais frequentados, livro favorito, etc. Tudo isso está armazenado em um dos mais de 23 mil servidores da empresa localizada em Conway, Arkansas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>A verdadeira Matrix</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A Acxion atua em um ramo não tão divulgado da informática, o marketing de banco de dados. Ou seja, ela armazena informações sobre consumidores e revende estes dados para outras empresas. Os servidores da Acxion processam em média mais de 50 trilhões de transações de dados por ano.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Com um acervo de mais de 500 milhões de usuários, 175 milhões só no Brasil, os dados armazenados ficam divididos em pelo menos 1.500 categorias.</p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Segurança e privacidade</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Além de contar com algoritmo único para obtenção dos dados, para coletá-los a Acxiom contratou nomes de peso do Google, Microsoft, Amazon e mySpace. Apesar da propaganda direcionada não ser um fator inovador, a Acxion vai além, combinando as informações off-line, online e no celular, somadas a dados coletadas durante 40 anos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Segundo especialistas, a técnica &#8220;visão de 360º&#8221;, pode dividir os consumidores de acordo com diferentes perfis.</p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Como ela rastreia?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Em um exemplo, supomos que Fernando entra no Facebook e vê que sua amiga Paula se tornou fã da empresa ComputerSa. O post da amiga sugere que Fernando entre na fanpage do ComputerSa e confira uma impressora.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Parece simples, mas a navegação aciona um sistema que reconhece o tipo de consumidor e suas preferências, para depois o classificar e preparar um anúncio direcionado. Fernando confere a promoção, clica no link, mas não compra. Na manhã seguinte, ao abrir a página de notícias o mesmo anúncio aparece.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Caso Fernando resista e não compre o produto. A noite ele entra na internet, é reconhecido pelo sistema e recebe um desconto de 20% no mesmo anúncio que havia visualizado antes.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">O sistema PersonicX da empresa durante a navegação, já classificou Fernando como um consumidor classe média alta, que gosta de ler notícias, dá atenção aos preços e reponde a anúncios com desconto.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Convencido, Fernando finaliza a compra. Pouco tempo depois, ele irá receber mais propagandas sobre cartuchos de tinta, recarga e papel.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Cada consumidor armazenado no PesonicX pode ser classificado em uma das 70 categorias socioeconômicas.</p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Personalização X Perseguição</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A ideia da empresa gera controvérsia. Por um lado, alguns especialistas acreditam que ao oferecer ofertas personalizadas, o consumidor final seria menos importunado com propagandas aleatórias, recebendo apenas aquilo que lhe convém a qualquer momento do dia.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Por outro, os clientes estariam sujeitos a uma vigilância abusiva e manipuladora. Sem contar o sistema de classificação de consumidor, o qual divide as pessoas entre os com valor (e poder aquisitivo) e os de baixo valor, que não poderiam se dar o luxo de receber certos anúncios.</p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>É legal?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Até pouco tempo, empresas como a Acxiom atuavam sem o conhecimento público. Este ano a Comissão Federal de Comércio dos EUA solicitou maior transparência com os dados adquiridos sobre os consumidores, e que caso solicitado, a empresa forneça os dados coletados correspondentes.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">No &#8220;Catálogo de Produtos&#8221; da Acxiom é possível comprar informações sobre casas em que seus habitantes se preocupem com dieta, casos de doenças na família, necessidades da terceira idade, etc. Mas também é possível filtrar as informações por etnia e interesses religiosos, o que torna o marketing ainda mais invasivo ao consumidor.</p>
<h5 style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Posso verificar meus dados coletados?</strong></h5>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Para constatar a veracidade das informações coletadas, uma repórter do New York Times solicitou o banco de dados armazenado pela empresa com suas informações pessoais. Após uma série de conflitos com protocolos de segurança, ela conseguiu fazer a solicitação online e teve de enviar $5 por correio para arcar com as despesas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Após 2 meses de espera, foi lhe entregue apenas uma lista de endereços constando onde ela morou. Dados detalhados sobre viagens, hábitos de lazer e dados financeiros, não foram revelados.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Segundo a representante da Acxiom, Barret Glasgow, &#8220;A empresa não tem capacidade de encontrar dados de uma pessoa específica. Pois, não há uma ferramenta de busca pelo nome&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Para o presidente da Comissão de Comércio do EUA, Jon Leibowits, todos os consumidores deveriam ter acesso aos dados coletados e vendidos pela empresa. &#8220;Eles não passam de paparazzi digitais que coletam informações, sem ser vistos&#8221; completa.</p>
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